História
 

História Oficial do Basquete - Primeiras regras  - História do Basquete no Brasil
História do Basquete Espírito Santo - FECABA - Quadro de Honra - FECABA

 
A HISTÓRIA OFICIAL DO BASQUETE
 

     Em 1891, o longo e rigoroso inverno de Massachussets tornava impossível a prática de esportes ao ar livre. As poucas opções de atividades físicas em locais fechados se restringiam a entediantes aulas de ginástica, que pouco estimulavam aos alunos. Foi então que Luther Halsey Gullick, diretor do Springfield College, colégio internacional da Associação Cristã de Moços (ACM), convocou o professor canadense James Naismith, de 30 anos, e confiou-lhe uma missão: pensar em algum tipo de jogo sem violência que estimulasse seus alunos durante o inverno, mas que pudesse também ser praticado no verão em áreas abertas.

     Depois de algumas reuniões com outros professores de educação física da região, James Naismith chegou a pensar em desistir da missão. Mas seu espírito empreendedor o impedia. Refletindo bastante, chegou à conclusão de que o jogo deveria ter um alvo fixo, com algum grau de dificuldade. Sem dúvida, deveria ser jogado com uma bola, maior que a de futebol, que quicasse com regularidade. Mas o jogo não poderia ser tão agressivo quanto o futebol americano, para evitar conflitos entre os alunos, e deveria ter um sentido coletivo. Havia um outro problema: se a bola fosse jogada com os pés, a possibilidade de choque ainda existiria. Naismith decidiu então que o jogo deveria ser jogado com as mãos, mas a bola não poderia ficar retida por muito tempo e nem ser batida com o punho fechado, para evitar socos acidentais nas disputas de lances.

     A preocupação seguinte do professor era quanto ao alvo que deveria ser atingido pela bola. Imaginou primeiramente colocá-lo no chão, mas já havia outros esportes assim, como o hóquei e o futebol. A solução surgiu como um relâmpago: o alvo deveria ficar a 3,5m de altura, onde imaginava que nenhum jogador da defesa seria capaz de parar a bola que fosse arremessada para o alvo. Tamanha altura também dava um certo grau de dificuldade ao jogo, como Naismith desejava desde o início.

     Mas qual seria o melhor local para fixar o alvo? Como ele seria? Encontrando o zelador do colégio, Naismith perguntou se ele não dispunha de duas caixas com abertura de cerca de 8 polegadas quadradas (45,72 cm). O zelador foi ao depósito e voltou trazendo dois velhos cestos de pêssego. Com um martelo e alguns pregos, Naismith prendeu os cestos na parte superior de duas pilastras, que ele pensava ter mais de 3,0m, uma em cada lado do ginásio. Mediu a altura. Exatos 3,05m, altura esta que permanece até hoje. Nascia a cesta de basquete.

     James Naismith escreveu rapidamente as primeiras regras do esporte, contendo 13 itens. Elas estavam tão claras em sua cabeça que foram colocadas no papel em menos de uma hora. O criativo professor levou as regras para a aula, afixando-as num dos quadros de aviso do ginásio. Comunicou a seus alunos que tinha um novo jogo e se pôs a explicar as instruções e organizar as equipes.

     Havia 18 alunos na aula. Naismith selecionou dois capitães (Eugene Libby e Duncan Patton) e pediu-lhes que escolhesse os lados da quadra e seus companheiros de equipe. Escolheu dois dos jogadores mais altos e jogou a bola para o alto. Era o início do primeiro jogo de basquete. Curioso, no entanto, é que nem Naismith nem seus alunos tomaram o cuidado de registrar esta data, de modo que não se pode afirmar com precisão em que dia o primeiro jogo de basquete foi realizado. Sabe-se apenas que foi em dezembro de 1891, pouco antes do Natal.

     Como esperado, o primeiro jogo foi marcado por muitas faltas, que eram punidas colocando-se seu autor na linha lateral da quadra até que a próxima cesta fosse feita. Outra limitação dizia respeito à própria cesta: a cada vez que um arremesso era convertido, um jogador tinha que subir até a cesta para apanhar a bola. A solução encontrada, alguns meses depois, foi cortar a base do cesto, o que permitiria a rápida continuação do jogo.

     Após a aprovação da diretoria do Springfield College, a primeira partida oficial do esporte recém-criado foi realizada no ginásio Armory Hill, no dia 11 de março de 1892, em que os alunos venceram os professores pelo placar de 5 a 1, na presença de cerca de 200 pessoas.

     A primeira bola de basquete foi feita pela AC Spalding & Brothers, de Chicopee Falls (Massachussets) ainda em 1891, e seu diâmetro era ligeiramente maior que o de uma bola de futebol.

     As primeiras cestas sem fundo foram desenhadas por Lew Allen, de Connecticut, em 1892, e consistiam em cilindros de madeira com borda de metal. No ano seguinte, a Narraganset Machine & Co. teve a idéia de fazer um anel metálico com uma rede nele pendurada, que tinha o fundo amarrado com uma corda mas poderia ser aberta simplesmente puxando esta última. Logo depois, tal corda foi abolida e a bola passou a cair livremente após a conversão dos arremessos. Em 1895, as tabelas foram oficialmente introduzidas.

     Naismith não poderia imaginar a extensão do sucesso alcançado pelo esporte que inventara. Seu momento de glória veio quando o basquete foi incluído nos Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936, e ele lançou ao alto a bola que iniciou o primeiro jogo de basquete nas Olimpíadas.

     Atualmente, o esporte é praticado por mais de 300 milhões de pessoas no mundo inteiro, nos mais de 170 países filiados à FIBA.
 

PRIMEIRAS REGRAS
 
     1. A bola pode ser arremessada em qualquer direção com uma ou com ambas as mãos;
     2. A bola pode ser tapeada para qualquer direção com uma ou com ambas as mãos (nunca usando os punhos);
     3. Um jogador não pode correr com a bola. O jogador deve arremessá-la do ponto onde pegá-la. Exceção será feita ao jogador que receba a bola quando estiver correndo a uma boa velocidade;
     4. A bola deve ser segura nas mãos ou entre as mãos. Os braços ou corpo não podem ser usados para tal propósito;
     5. Não será permitido sob hipótese alguma puxar, empurrar, segurar ou derrubar um adversário. A primeira infração desta regra contará como uma falta, a segunda desqualificará o jogador até que nova cesta seja convertida e, se houver intenção evidente de machucar o jogador pelo resto do jogo, não será permitida a substituição do infrator;
    6. Uma falta consiste em bater na bola com o punho ou numa violação das regras 3, 4 e 5;
    7. Se um dos lados fizer três faltas consecutivas, será marcado um ponto a mais para o adversário (Consecutivo significa sem que o adversário faça falta neste intervalo entre faltas);
    8. Um ponto é marcado quando a bola é arremessada ou tapeada para dentro da cesta e lá permanece, não sendo permitido que nenhum defensor toque na cesta. Se a bola estiver na borda e um adversário move a cesta, o ponto será marcado para o lado que arremessou;
    9. Quando a bola sai da quadra, deve ser jogada de volta à quadra pelo jogador que primeiro a tocou. Em caso de disputa, o fiscal deve jogá-la diretamente de volta à quadra. O arremesso da bola de volta à quadra é permitido do tempo máximo de 5 segundos. Se demorar mais do que isto, a bola passará para o adversário. Se algum dos lados insistir em retardar o jogo, o fiscal poderá marcar uma falta contra ele;
   10. O fiscal deve ser o juiz dos jogadores e deverá observar as faltas e avisar ao árbitro quando três faltas consecutivas forem marcadas. Ele deve ter o poder de desqualificar jogadores, de acordo com a regra 5;
   11. O árbitro deve ser o juiz da bola e deve decidir quando a bola está em jogo, a que lado pertence sua posse e deve controlar o tempo. Deve decidir quando um ponto foi marcado e controlar os pontos já marcados, além dos poderes normalmente utilizados por um árbitro;
   12. O tempo de jogo deve ser de dois meio-tempos de 15 minutos cada, com 5 minutos de descanso entre eles;
   13. A equipe que marcar mais pontos dentro deste tempo será declarada vencedora. Em caso de empate, o jogo pode, mediante acordo entre os capitães, ser continuado até que outro ponto seja marcado.
 
A HISTÓRIA DO BASQUETE NO BRASIL
 
O Brasil foi um dos primeiros países a conhecer a novidade. Augusto Shaw, um norte-americano nascido na cidade de Clayville, região de Nova York, completou seus estudos na Universidade de Yale, onde em 1892 graduou-se como bacharel em artes e onde Shaw tomou contato pela primeira vez com o basquete.

     Dois anos depois, recebeu um convite para lecionar no tradicional Mackenzie College, em São Paulo. Na bagagem, trouxe mais do que livros sobre história da arte. Havia também uma bola de basquete. Mas demorou um pouco até que o professor pudesse concretizar o desejo de ver o esporte criado por James Naismith adotado no Brasil. A nova modalidade foi apresentada e aprovada imediatamente pelas mulheres. Isso atrapalhou a difusão do basquete entre os rapazes, movidos pelo forte machismo da época. Para piorar, havia a forte concorrência do futebol, trazido em 1894 por Charles Miller, e que se tornou a grande coqueluche da época entre os homens.

     Aos poucos o persistente Augusto Shaw foi convencendo seus alunos de que o basquete não era um jogo de mulheres. Quebrada a resistência, ele conseguiu montar a primeira equipe do Mackenzie College, ainda em 1896. Uma foto enviada ao Instituto Mackenzie nos Estados Unidos, mostra o que seria a primeira equipe organizada no Brasil, justamente por Shaw. Estão identificados Horácio Nogueira e Edgar de Barros (em cima), Pedro Saturnino, Augusto Marques Guerra, Theodoro Joyce, José Almeida e Mário Eppinghauss (em baixo).

     A aceitação nacional do novo esporte veio através do Professor Oscar Thompson, na Escola Nacional de São Paulo e Henry J. Sims, então diretor de Educação Física da Associação Cristã de Moços (ACM), do Rio de Janeiro.

     Em 1912, no ginásio da rua da Quitanda nº 47, no centro do Rio de Janeiro, aconteceram os primeiros torneios de basquete. Em 1913, quando da visita da seleção chilena de futebol a convite do América Futebol Clube, seus integrantes, membros da ACM de Santiago, passaram a freqüentar o ginásio da rua da Quitanda. Henry Sims, convenceu os dirigentes do América a introduzir o basquete no clube da rua Campos Salles, no bairro da Tijuca. Para animá-los, arranjou um jogo contra os chilenos oferecendo uma equipe da ACM, com o uniforme do América que triunfou pelo curioso score de 5 a 4. O plano vingou e o América foi o primeiro clube carioca a adotar o basquete.

     As primeiras regras em português foram traduzidas em 1915. Nesse ano a ACM realizou o primeiro torneio da América do Sul, com a participação de seis equipes. O sucesso foi tão grande que a Liga Metropolitana de Sports Athléticos, responsável pelos esportes terrestres no Rio de Janeiro, resolveu adotar o basquete em 1916. O primeiro campeonato oficializado pela Liga foi em1919, com a vitória do Flamengo.

     Em 1922 foi convocada pela primeira vez a seleção brasileira, quando da comemoração do Centenário do Brasil nos Jogos Latino-Americanos, um torneio continental, em dois turnos, entre as seleções do Brasil, Argentina e Uruguai. O Brasil sagrou-se campeão, sob a direção de Fred Brown. Em 1930, com a participação do Brasil, foi realizado em Montevidéu, o primeiro Campeonato Sul-Americano de Basquete.

    Em 1933 houve uma cisão no esporte nacional, quando os clubes que adotaram o profissionalismo do futebol criaram entidades especializadas dos vários desportos. Nasceu assim a Federação Brasileira de Basketball, fundada a 25 de dezembro de 1933, no Rio de Janeiro. Em assembléia aprovada dia 26 de dezembro de 1941, passou ao nome atual, Confederação Brasileira de Basketball.
 
A HISTÓRIA DO BASQUETE NO ESPÍRITO SANTO
 

    Tudo começou na tarde do dia 19 de novembro, no ano de 1908. O palco foi uma quadra improvisada no pátio da Escola Normal Dom Pedro II. O colégio estava lotado para o que foi o primeiro jogo de basquete aqui no Espírito Santo.

    Naquele dia, o time Vermelho enfrentou o time Verde em jogo organizado pela professora de Educação Física, Emília Franklim Mululo.

     A quadra possuía duas estacas distantes 10 metros entre si e com 2,4 metros de altura. No alto, aros de barril e sacos de aniagem com cestas. Além da dificuldade de encestar a bola de borracha utilizada na época, também dava trabalho retirar dos sacos de aniagem as bolas certeiras. Para isso ficava estrategicamente posicionada uma vara de bambu para facilitar o serviço.

     O basquete foi trazido para as terras capixabas por Gomes Cardim, um professor contratado pelo então governador Jerônimo Monteiro a fim de reformar as diretrizes do ensino no Estado.

     Este esporte só começou a ser oficialmente praticado em terras brasileiras no ano de 1918, e no final da década de 1920 no Espírito Santo.

     O primeiro campeonato regular só ocorreu em 1931, tendo como campeã a equipe do Álvares Cabral. No início, os jogos eram disputados em quadras municipais, localizadas no centro da cidade de Vitória, na Avenida Jerônimo Monteiro. Só mais tarde é que os clubes começaram a construir as próprias quadras, destacando-se os Clubes Álvares Cabral e Saldanha da Gama.

     Mesmo assim, a prática do basquete ainda dependia de outro fator: o clima. As quadras não possuíam cobertura. Ou seja, em dia de chuva, os jogos ficavam comprometidos.

     No ano seguinte, 1932, o campeão foi o Saldanha, e Secretário, como era conhecido o jogador Rubens Araújo, foi o maior destaque.

     Em 1993, uma nova quadra foi construída na Jerônimo Monteiro. A iniciativa foi do Vitória Futebol Clube que resolvera criar seu departamento de basquetebol. Esta quadra tinha capacidade para 800 torcedores sentados, além de vestiários para três clubes, almoxarifado etc.

     No final deste mesmo ano, as atenções voltaram-se para o VIII CAMPEONATO BRASILEIRO DE BASQUETEBOL, com sede em Vitória. O selecionado time capixaba acabou ficando em segundo lugar depois de vencer a seleção do Rio de Janeiro e perder para os paulistas. De 1934 a 37, o grande destaque foi o Vitória F.C. que sagrou-se tetracampeão, com destaque para Sebastião Zumack, considerado o maior craque capixaba da época chegando a servir a Seleção Brasileira.

     No final de 1938, o terreno do Vitória passou a ser de propriedade do Banco do Comércio. Isso causou um colapso no basquete capixaba, já que as outras quadras, do Álvares e do Saldanha, ficavam relativamente distantes do Centro da cidade.

     Só em 1941 é que, na praça Costa Pereira, foi construída uma nova quadra, patrocinada pela Federação Capixaba de Esportes.

     Antes disso, em 1940, a seleção brasileira foi campeã do VIII Campeonato Sul-Americano, contando com os capixabas Ary dos Santos Furtado e Sebastião Zumack.

     Na década de 1940 já podia ser observado um fenômeno muito comum ainda hoje no esporte capixaba: os melhores jogadores logo eram chamados para clubes de fora do Estado, especialmente por clubes do Rio de Janeiro. As equipes locais não tinham condições de manter seus craques por muito tempo.

     Na inauguração de uma quadra, no ano de 1940, no Corpo de Bombeiros, o jogador Salim Daniel, do Álvares, quebrou o recorde brasileiro de lances livres. Ele converteu 45 dos 50 arremessos. No ano seguinte, o jogador Plutão, campeão sul-americano de lances livres veio até o Estado e fez uma exibição na quadra do Saldanha.

      Em 1943 foi inaugurada a quadra Interventor Santos Neves, que foi construída com a intenção de facilitar o acesso dos jogadores e aumentar o número de locais para a prática do esporte. Mas, em 1947, por falta de cuidados, a quadra se encontrava em um estado deplorável, atrapalhando a prática do basquete. A desorganização foi à marca registrada da década de 40. muitos campeonatos simplesmente não aconteceram ou não chegaram ao fim.

     Na década seguinte, a falta de organização e o desejo de aprimoramento fizeram com que os clubes realizassem campeonatos internos. Em 1952/1953, finalmente uma novidade: os Globbtroters fizeram uma visita ao nosso Estado e realizaram um jogo contra a seleção capixaba. O placar deste jogo, realizado em um tablado montado no centro do gramado do estádio Governador Bley, em Jucutuquara, nem teve importância já que os malabarismos dos americanos faziam do exibicionismo o principal objetivo da partida. O público deste evento chegou a quinze mil espectadores.

     Em 1955, o Saldanha da Gama alcançou a incrível marca de 10 títulos consecutivos. O grande destaque deste ano foi Fernando Grijó, que ajudou a equipe do Forte a alcançar tal marca. No ano seguinte, o Álvares consegue quebrar a hegemonia do Saldanha, tendo como destaque o jogador Ferrorinho, eleito o melhor do ano. Neste mesmo ano de 1956, Victor Finamoro foi o campeão brasileiro de arremessos livres (17 em 20).

     Nas décadas seguintes, o basquete passou por alguns momentos de instabilidade. Muitos campeonatos foram cancelados ou eram realizados com tanto atraso que o campeão só era conhecido no ano seguinte.

     Em 1962, quem se destacou foi Hélio Demoner, jogador do Álvares que marcou 37 pontos na final contra o Saldanha, dando o título para os cabralistas.

     Hélio Demoner, em 1970, criou os Jogos Abertos Jerônimo Monteiro (Jajem). Ele, então professor universitário, deu uma interessante tarefa para seus alunos: formar e treinar equipes de mini-basquete para os jogos. Assim, todos saiam ganhando, principalmente o basquete capixaba que teve 23 bons anos de desenvolvimento. O Jajem acabou em 1993 quando o professor Hélio se aposentou e não houve quem continuasse o projeto. Em paralelo ao Jajem, no ano de 1980, houve a criação da Fesb, Federação Espírito-santense de Basquete, que passou a organizar os campeonatos.

     Desde então, o nosso estado sediou vários campeonatos, incluindo o Campeonato Sul-americano de seleções e Sub-22 masculino. Logo, foram surgindo vários craques, como Ailton Tesch, Sandro Varejão e em 1994, começou a dar os primeiros passos na quadra, aquele que é hoje a maior estrela do basquete capixaba, Anderson Varejão, atualmente jogador da Liga americana NBA e da seleção brasileira. Dentro de outros destaques surgidos, não podemos esquecer Luiz Felipe Azevedo e seu irmão Márcio Azevedo, Cláudio Brandão e Effigênio Dias que já se destacavam.

     Em 2004, foi criada uma nova Federação (Fecaba – Federação Capixaba de Basquetebol) para organizar o esporte aqui no nosso Estado.
 

FECABA
 
 A Federação Capixaba de Basquetebol foi fundada em abril de 2004 pelos Clubes: Saldanha da Gama, Álvares Cabral e Ítalo-brasileiro, tendo como primeiro presidente Gilberto Profilo. A partir de abril de 2005 passou a exercer a presidência o professor de educação física Telmo Riomar. A Fecaba está localizada na Av Jerônimo Monteiro, nº 240, sala 910, Centro – Vitória/ES CEP:29010-900 Telefax: 3222-1236 E-mail: fecaba@fecaba.com.br

 

QUADRO DE HONRA - FECABA
 

Adilson Luiz Gabriel

Atuou nas equipes do Colégio Americano e do Saldanha da Gama. Participou dos Jogos Abertos Jerônimo Monteiro, em 1971. Em 73, com apenas 14 anos, foi campeão das categorias infantil, infanto, juvenil e adulto. Campeão infanto e juvenil no ano seguinte. Em 75 foi bicampeão infanto, campeão juvenil e adulto. Foi octacampeão adulto. Em todos esses anos foi cestinha durante 14 anos nas diversas categorias. Foi convocado por Ary Vidal para compor a Seleção Brasileira de Novos, permanecendo dois meses na Escola de Educação Física do Exército, na Urca, Rio de Janeiro.

Alarico Duarte Lima 

Resumir a história de Alarico é difícil. Tal dificuldade se dá não pela falta de informações sobre ele, mas pela extensa lista de serviços prestados ao basquete estadual. Marca registrada deste médico, além de seu amor pelo basquete, é a dedicação que tem para com os mais necessitados. Não foi difícil ele conciliar os dois. Fazer os trabalhos sociais dentro do Clube de Regatas Saldanha da Gama, para ele, é uma satisfação. Atualmente atua como manager do basquete saldanhista. E nesta função viu de perto o Saldanha conquistar o título do Torneio de Verão da Nossa Liga de Basquete e conquistar a oitava colocação do Campeonato Nacional de Basquete 2006/2007.  

Aldo de Almeida Vieira Machado Júnior 

Atualmente comanda a equipe campeã estudantil da Escola Santa Adame. É especialista em treinamento desportivo. É coordenador e professor da escolinha de basquetebol da Escola Santa Adame. Orientador e criador do grupo de estudo em basquete em parceria com a Coordenação do curso de Educação Física da UVV. Dono de, pelo menos, um título estadual no basquete nos últimos 15 anos. Quando atleta, nunca deixou de ganhar um título, o que atualmente gira em torno de 30 em sua carreira de atleta. Tem fôlego de gato. Continua competindo.

Anderson França Varejão 

Um dos mais renomados atletas da atualidade, Anderson começou a jogar no Saldanha da Gama. De lá se transferiu para a capital nacional do basquete, Franca. Em seguida começou a trilhar caminhos internacionais. Esteve em Barcelona, onde conquistou a Euroliga em 2003 e também a Copa Del Rey. Foi vice-campeão da NBA pelo Cleveland Cavaliers. Recentemente o jogador renovou seu contrato com o clube norte-americano por mais esta temporada. Seu estilo e carisma conquistaram o público que passou a usar até perucas que imitam o jeito de seus cabelos.

Ary Santos Furtado (Pavão) 

Primeiro capixaba a ser convocado para a Seleção Brasileira de Basquete e ir a Jogos Olímpicos. Foi às Olimpíadas de Berlim, em 1936.

Aylton Cardoso Tesch Júnior 

Campeão pan-americano em Winnipeg (Canadá), em 1999. Sua trajetória no basquete começou no Praia Tênis Clube. Assim como o amigo Sandro, Aylton também esteve nos Estados Unidos, em Idaho e no Tennessee. De volta ao Brasil, jogou no Vasco, onde foi bicampeão brasileiro, no Minas Tênis Clube e no Telemar, onde também conquistou o título nacional. Ao retornar ao Espírito Santo, Aylton mostrou que continua com o fôlego de garoto e jogou no Saldanha da Gama, onde obteve o oitavo lugar da classificação geral do Campeonato Nacional de Basquete 2006/2007.

Cláudio Roberto Cavalcanti Brandão 

Claudinho iniciou a carreira no basquete do Libanês, depois foi para o Praia Tênis Clube. Quando saiu do Estado foi para o Flamengo, onde teve importante passagem. Em seguida foi para a Mineira, Jales (SP), Rio Claro, Araraquara, Pinheiros. Recentemente esteve no Centro de Treinamento Arremessando para o Futuro (Cetaf) na disputa do Campeonato Nacional de Basquete 2006/2007. Foi para Santa Catarina. Jogou no Blumenau, voltou ao Estado e jogou no Saldanha, Brusque e depois o Cetaf.

Cláudio Sampaio 

É professor de Educação Física, técnico de basquete e coordenador de Esporte do Americano/Fabavi. É técnico de basquete também do Clube dos Oficiais da Polícia Militar. Foi técnico de categorias de base do Saldanha, onde conquistou títulos nas categorias mini, mirim e infantil. No Praia Tênis Clube foi campeão nas categorias mini, mirim, pré-infantil e infantil além de ter conquistado títulos nas Seletivas para a formação de seleções capixabas. No Álvares também obteve conquistas nas categorias pré-infantil e infantil. Sua atuação na área escolar deve ser lembrada, já que seu currículo tem uma vasta lista de conquistas.

Feliciano Monteiro Neves 

Foi jogador de basquete e atuou com a camisa do Olaria, no Rio de Janeiro. Ele se encontra no Espírito Santo desde 1974 e por aqui dirigiu as equipes do Saldanha, do Álvares, Libanês e Praia Tênis Clube. Foi árbitro regional e chegou ao quadro nacional, porém não continuou o ofício porque teve problemas na visão. Como árbitro mediou três finais de Campeonato Juvenil em Salvador (BA), em São Paulo (SP) e em Caxias do Sul (RS).

Fernando Grijó de Azevedo 

Um dos líderes do clã de basquete no Espírito Santo, ao lado de seu irmão José Cláudio, Fernando Grijó, já deu diversas mostras de seu amor pelo basquete, principalmente incentivando a prática do esporte em família. Em sua vida esportiva vestiu a camisa do Saldanha e, por um ano apenas, defendeu as cores do Praia Tênis Clube. Foi jogador de vôlei e de futebol, mas foi no basquete que criou raízes e hoje tem uma vasta família dedicada ao esporte da bola ao cesto.

Francis Saadi Junger 

Atualmente está no gerenciamento de equipes de basquete do Saldanha da Gama. Foi campeão capixaba em todas as categorias de base do Praia Tênis Clube. Capitão da Seleção Brasileira no Mundial Universitário na Sicília, Itália, onde conquistou a medalha de bronze. Em Pequim também era o capitão da seleção universitária na qual obteve o sétimo lugar, em 2001. Vice-campeão brasileiro universitário pela Fabavi em 2005. Recebeu uma nova missão recentemente, ser pai. No dia 5 deste mês nasceu Franco, seu primogênito, com sua esposa Andréa.

Francisco Carlos de Morais Silva 

Mesmo sem fazer um arremesso na direção da cesta de basquete, o dirigente fez vários pontos para a modalidade. Sua admiração pela modalidade teve início quando seu filho, Felipe Carvalho de Morais Silva, foi atleta do Clube Libanês. Daí em diante, ele se aproximou ainda mais do basquete como diretor do clube de Vila Velha. Dirigiu três seleções capixabas da categoria infanto e duas da categoria juvenil. Como advogado, atua nas áreas marítima e portuária. Sua atuação nesta área é de grande importância para o basquete, já que atua como presidente das comissões disciplinares do Tribunal de Justiça Desportiva da Federação Capixaba de Basquete.

Gilberto Profilo 

Iniciou sua carreira no basquete aos 12 anos no Praia Tênis Clube. Pode-se dizer que foi um itinerante do basquete capixaba, pois atuou ainda no SESI, Álvares, Saldanha, Desportiva e Libanês. Durante a sua vida como desportista foi duas vezes vice-campeão brasileiro. Uma vez na equipe infanto em 1979, tendo como técnico o professor Guilherme Filgueiras de Carvalho. A segunda vez foi em 1981 com Sérgio Faria de Azevedo. Foi presidente da Federação Capixaba de Basquete no período de abril de 2004 a abril de 2005.

Guilherme Filgueiras de Carvalho 

É um atleta polivalente. Já atuou no basquete, futsal e vôlei do Praia Tênis Clube. Foi várias vezes campeão capixaba. Foi professor da Escola Técnica do Espírito Santo, Praia Tênis, Colégio Americano, SESI, Universidade Federal do Espírito Santo e UVV. Em 92, foi vice-campeão brasileiro juvenil (Santos/SP). Foi técnico de basquete da Escola Técnica e do SESI. Atualmente é secretário de Esportes do Município de Vitória, membro da Associação Nacional dos Secretários Municipais de Esportes do Brasil. Atleta emérito do Praia Tênis nas modalidades basquete, futsal e vôlei.

Hélcio Ribeiro Soares 

Presidiu a Federação Espírito-Santense de Basquete. Foi membro de diretorias do Praia Tênis Clube, mas atualmente anda afastado do meio esportivo e social do clube da Praia do Canto. Em sua gestão trouxe o Campeonato Brasileiro Juvenil de Clubes para o Espírito Santo. Foi em sua administração também que a Seleção Capixaba foi campeã brasileira juvenil, em Goiás. 

Hélio Antonino de Jesus 

Mesmo formado em Direito e Administração, sempre dividiu seu coração mesmo entre o basquete e o futsal. Além de ter sido um dos fundadores da Federação de Basquete, ele também comandou a Federação de Futebol de Salão. Na verdade, sua entrada no basquete se deu por causa do filho, Rogério, que vestiu as camisas do Marista, Álvares e Libanês. Atualmente, encontra-se no Centro de Treinamento Arremessando para o Futuro. Foi vice-campeão brasileiro de seleções em 1981, perdendo apenas para São Paulo.

Hélio Demoner

Um dos mais importantes jogadores de basquete no Espírito Santo. Criador da competição que foi conhecida por formar educadores e descobrir talentos. Foram realizadas 30 edições e cada uma tinha 30 equipes atuando. Por lá, passaram 900 estudantes de Educação Física e 18 mil crianças participaram das equipes, 9 mil jogando. Como atleta jogou no Álvares, Saldanha, Flamengo, Vasco. Tem o título de decacampeão e durante 19 anos seguidos de muitos arremessos foi o cestinha das competições. Aliás, arremessos não faltaram em sua vida. Em 1984, conseguiu uma proeza: acertou 122 arremessos seguidos. Hélio Demoner é admirado por diversos atletas que hoje se tornaram profissionais e adotaram vários de seus ensinamentos.

Hudson Souto Merlo

Atuou no SESI, no Saldanha, aqui no Espírito Santo. Depois foi para o Continental (SP) e foi convocado para a Seleção Brasileira. Jogou na Universidade do Texas.

Jaime Roy Doxsey

Este norte-americano de Nova Jersey tem o estudo como sua vida. Orientou diversos trabalhos de Monografia e Pós-Graduação, além de ser membro de banca examinadora de vários trabalhos de Mestrado e Doutorado na área da Educação. Foi presidente da Federação Espírito-Santense de Basquetebol entre os anos de 1984 e 1987. Entre 2000 e 2002 presidiu a Associação de Veteranos e Amigos de Basquete do Espírito Santo. Atualmente o sociólogo atua como consultor em pesquisa, programas sociais, meio ambiente e avaliação de políticas públicas do Instituto Innovare.

Jayme Navarro de Carvalho

Um atleta polivalente como uma safra que existia nos áureos tempos dos diversos esportes capixabas. Jayme Navarro jogou basquete, praticou natação, atletismo, vôlei, remo, waterpolo (pólo aquático como é chamado hoje), futsal e futebol de campo. Empresta seu nome a uma lei de incentivo que dá exemplo para muitos municípios do país. Há quem diga que o basquete foi a grande paixão do atleta. Vestiu a camisa do Saldanha, mas também passou pelo Atlético Mineiro e pelo Fluminense.

João Manoel Telles de Sá

O pivô do Álvares Cabral alcançou vários títulos por seu clube, mas não embarcou rumo ao Flamengo, do Rio de Janeiro, quando foi convidado. Seu pai, na época, o aconselhou a permanecer no Espírito Santo, já que possuía um bom emprego no Porto de Vitória. Não vestiu camisas de outro clube, somente do Álvares

João Bosco Moscon

 Foi o primeiro empresário a apostar no clube-empresa de basquete dentro do Espírito Santo. Sua equipe, o Servipeças, teve uma atuação marcante entre os anos de 97 e 2000. Atualmente João Bosco continua acompanhando pela imprensa o desenvolvimento do basquete, mas deve ter plena certeza que houve uma contribuição sua nesse crescimento.

Joana D’Arc do Sacramento Araújo

Tem orgulho de dizer que começou sua vida esportiva no Colégio Salesiano. Foi para Brasília, onde atuou no Colégio Planalto e na AABB, foi jogadora da Faculdade de Humanas, UVV, Univila e atualmente joga na equipe Master feminina. Uma das competições que mais lhe inspira boas lembranças são os Jogos Abertos Jerônimo Monteiro (JAJEM) onde conquistou vários títulos. Também obteve títulos nos JOPES de Cachoeiro de Itapemirim e Linhares. Obteve um título nos Jogos Universitário do Espírito Santo (Junes). No ano em que foi quarta colocada dos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs) também foi convocada para a seleção brasileira universitária. Também teve uma passagem no Saldanha, junto com Alarico Duarte.

Karla Guedes

Uma mineira legitimamente capixaba. E não é para menos. Sua formação em Educação Física foi na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). Tem especialização em Educação de Jovens e Adultos e em Treinamento Esportivo. Atualmente coordena os Jogos Comunitários Vitória da Paz. No basquete jogou pelo Colégio São José, Marista e Nacional. Vestiu a camisa do Clube Libanês e teve rápidas passagens pelo Saldanha e pelo Álvares, bem como na seleção capixaba. Sua primeira treinadora foi Maria da Penha Barbosa. Foi atleta de Arnaldo Guimarães, Francisco, Hélio Demoner e Moacyr Calado.

Luiz da Silva Saudino

Técnico no desporto escolar nas seguintes instituições: Colégio Salesiano, Escolas Municipais de Ensino Fundamental Elzira Vivácqua Silva, Arthur da Costa e Silva e Marieta Escobar, Colégio Nacional e Colégio Darwin. Foi técnico do Saldanha da Gama e comandou as seleções capixabas masculinas e femininas em Jogos Escolares Brasileiros e Campeonatos Brasileiros. Campeão brasileiro infanto-juvenil feminino por duas vezes, uma em Pindamonhangaba (SP) e em Aracruz (ES). Campeão brasileiro juvenil feminino em Vila Velha (ES).

Luiz Felipe Faria de Azevedo

Fruto de uma família tradicional de desportistas, Luiz Felipe esteve durante 10 anos na seleção brasileira de basquete. Aliás este esporte faz parte de sua vida, já que iniciou na modalidade quando tinha apenas nove anos. Foi eleito por três anos o melhor atleta do Campeonato Paulista, pentacampeão paulista, quatro vezes cestinha do Campeonato Brasileiro, campeão sul-americano e campeão pan-americano de clubes. Assim que retornou ao Espírito Santo, em 1999, ano que conquistou o título da Copa Nordeste, a intenção dele era formar atletas. Seu sonho se concretizou quando fundou o Centro de Treinamento Arremessando para o Futuro, o Cetaf.

Manoel Carlos Amboss

Iniciou a carreira no Liceu de Cachoeiro e logo no início ganhou o título de campeão da Cidade. Foi campeão das Olimpíadas de 1954, realizadas em Colatina. Tornou a ser campeão da Cidade em 55 e em 57, ano que foi convocado para a Seleção Capixaba de Basquete. Campeão dos Jogos Escolares Raymundo Andrade, em 56. Em 54 montou a primeira equipe de minibasquete do Estado. E em 72 construiu uma quadra de minibasquete para crianças até 12 anos. Nesse mesmo ano organizou o primeiro simpósio sobre minibasquete com a participação de técnicos renomados como Ary Vidal, Tudi Sobrinho e Hélio Demoner.

Marcelo Lacerda Portugal Lopes

Começou no SESI, de Jardim da Penha, pelas mãos do professor Guilherme Filgueiras de Carvalho. Jogou no Praia Tênis Clube e Álvares Cabral. Vestiu a camisa da seleção capixaba de basquete em todas as categorias. No comando de equipes foi campeão estadual pelo Álvares e pelo Colégio Nacional. Como supervisor de basquete foi campeão paulista em equipes de base do Volkswagen (São Bernando). Maior incentivador do basquete em Cachoeiro de Itapemirim. Levou o Centro Educacional e Universitário São Camilo à conquista do título estadual, garantindo vaga nas Olimpíadas Escolares Nacionais.

 Marcelo Santos Freitas

Iniciou sua carreira no basquete no Saldanha da Gama pelas mãos de Alarico Duarte. Mas também vestiu a camisa do rival Álvares Cabral. Esteve na Seleção Capixaba juvenil e foi vice-campeão brasileiro. Perderam a final para São Paulo. Foi convocado para a Seleção Brasileira juntamente com Luiz Felipe Azevedo. Conquistou o título brasileiro zonal contra Goiás. Teve passagem pelo Fluminense e pelo Luarte Luacel (São Paulo). Jogou uma temporada em Portugal. Encerrou sua carreira no Saldanha da Gama, onde foi campeão.

Márcio Faria de Azevedo

Terceiro colocado do 6º Torneio Pré-Olímpico de Tucuman e Neuquen – Argentina. Esteve por oito anos na Seleção Brasileira. Em sua carreira obteve medalha de bronze no Mundial e foi bicampeão dos Jogos Abertos de São Paulo. Jogou no Londrina, Uniara, Franca, Ulbra e atualmente veste as cores amarela e preta do Cetaf. Também comanda a equipe de base.

Marcos Tadeu Carvalho Loureiro

Começou a jogar em 1963 e foi campeão nas diversas categorias em que passou. Esteve nos clubes Praia Tênis Clube, Saldanha da Gama e Álvares Cabral. Como técnico foi campeão mineiro mirim masculino pelo Álvares em 92. Em 98, comandou a seleção capixaba juvenil masculina e obteve o título. Em 2001 foi campeão sul-americano juvenil masculino e feminino, em Lima, no Peru, pelo Darwin. No ano seguinte foi campeão brasileiro no comando da seleção estudantil feminina, em Goiânia. Tricampeão estadual juvenil masculino pelo Álvares 2005, 2006 e 2007.

Maurício Ribeiro de Souza Júnior

O atual secretário de Estado de Esportes teve sua trajetória esportiva iniciada quando foi presidente do Diretório Acadêmico de Educação Física e Desportos da UFES. Tornou-se diretor da Federação Universitária Capixaba, vice-diretor e depois presidente da Federação de Voleibol. Mais tarde, exerceu o cargo de vice-presidente da Federação de Remo. Foi professor e técnico de Educação Física em escolas estaduais e municipais. Ingressou na Prefeitura de Vitória em 1981. Foi o primeiro Secretário Municipal de Esportes de Vitória de 1996 a 2004. É um servidor público que articula a gestão do esporte e lazer no Estado.

Maura Cândida Santos Bomfim

Apontada como a primeira mulher a apitar um jogo de basquete no Espírito Santo. Jogou no Salesiano sob o comando do técnico Odair Santos e no Praia Tênis Clube com o técnico Moacyr Calado. Formada em Educação Física e pós-graduada em Educação Pré-Escolar. Participou de diversos cursos direcionados ao público do basquete, entre eles o de Aperfeiçoamento de Oficiais de Arbitragem de Basquetebol, ministrado por Feliciano Monteiro Neves, ex-presidente da Federação Espírito-Santense de Basquete, além dos cursos de técnico.

Maria Emilia Hermeto Coelho

Nos 16 anos em que viveu em Vitória, Maria Emilia disputou os Jogos Estudantis Brasileiros (JEB’s) e também os Jogos Universitários Brasileiros (JUB’s). Deu início à vida no basquete no Colégio Salesiano, onde teve como técnicos Odair Santos, Moacyr Calado e Luiz Saudino. Depois teve passagem no Álvares Cabral e também Praia Tênis Clube, de onde só migrou para a seleção capixaba. Formada em Comunicação Social, com especialização em Publicidade e Propaganda. Há quatro anos esteve no Estado e disputou o Torneio de Masters junto com antigas companheiras de equipe.

Miguel Ferreira Solon Ribeiro

Cidadão de várias naturalidades, Miguel Solon nasceu no Rio de Janeiro, onde estudou e se formou em Educação Física e também em Propaganda e Marketing. Técnico de basquete vencedor, tendo passado pelas equipes masculina e feminina do América (RJ), do Saldanha e Libanês. Comandou a seleção capixaba masculina juvenil, sub-20 e sub-22. Foi também técnico da equipe universitária da Univila e da seleção universitária. Em 2000 foi campeão juvenil invicto pelo Univila/Libanês. Atualmente mora em Goiânia e já comandou a seleção goiana infanto de basquete.

Moacyr Cerqueira Calado

Professor de Educação Física formado na Universidade Federal do Espírito Santo e Mestre em Educação pela Universidade Federal de Santa Catarina. Está integrado ao basquetebol capixaba desde 1984. Foi técnico dos seguintes clubes: Álvares Cabral, Praia Tenis Clube, Clube Ítalo Brasileiro e no Servipeças. Foi técnico de seleção escolar e da Federação de Basquetebol nas categorias infanto-juvenil, juvenil e adulto até 1999. Atualmente é professor de basquete do CEFETES.

Nelson Adam Czartoryski Gonçalves (Nelsinho)

Iniciou no minibasquete do Saldanha da Gama, em 1972, a convite do professor Hélio Demoner. No mesmo ano foi campeão dos Jogos Abertos Jerônimo Monteiro (Jajem). Jogou pelo Praia Tênis Clube, Saldanha da Gama, Álvares Cabral e Clube Libanês. No Rio jogou no Flamengo. Como técnico foi hexacampeão capixaba com o Álvares, campeão carioca e pentacampeão mineiro, também pelo clube de Bento Ferreira. Em 2000 foi campeão brasileiro dos Jogos Estudantis Brasileiros, em Campinas (SP), com as equipes masculina e feminina do Colégio Darwin. Em 2001 conquistou o título de campeão sul-americano, em Lima, no Peru, também pelo Darwin. Tem fôlego ainda para ser um atleta da Seleção Capixaba de Máster.

Paulo Maia Filho (Capilé)

Fez do basquete sua vida. Começou a jogar basquete no Álvares Cabral com nove anos. Passou por todas as categorias de base do clube. Jogou em várias seleções capixabas, incluindo a universitária. Atuou ainda na Seleção Brasileira Universitária. Jogou pelo Praia, Nacional, Servipeças, São Bernardo (SP), Macapá (AP), Ítalo e Saldanha. Campeão Capixaba mini, mirim, infantil, infanto, juvenil, sub- 22 e adulto. Campeão da Copa Nordeste pelo Saldanha da Gama e também pelo Ítalo Brasileiro. Atualmente é empresário da área do Turismo e Gestor de hotel em Aracruz. Assim como Francis, tem uma nova missão, ser pai. A chegada de seu primeiro filho, Paulo Maia Neto, está prevista para o fim deste mês.

Paulo Valiate Pimenta

Sempre atuou no basquete utilizando as cores do Saldanha. Foi com a camisa alvirrubra que conquistou o decampeonato na modalidade. Trata-se de um homem polivalente. Não só o basquete fez parte da vida deste homem, mas o atletismo, o vôlei, o futebol e o remo. Não é só. Ele era fiscal de rendas do Espírito Santo e conquistou o rádio capixaba com o slogan: “Paulo Pimenta, o repórter que se movimenta e não inventa”.Rogério de Araújo Muniz

 É coordenador de Educação Física do Grupo Nacional desde 80. Foi presidente da Federação Espírito-Santense de Basketball (Fesb) entre os anos de 1996 e 2000. Foi vice-presidente regional da Confederação Brasileira de Basquete. Entre 82 e 83 foi diretor técnico da Federação Universitária de Esportes Capixaba. Foi técnico do Álvares e do Colégio Americano. Quando esteve à frente da Fesb chefiou a delegação brasileira que foi à Venezuela em 97. Em sua gestão realizou dois Campeonatos Sul-Americano em Vitória e em Vila Velha, três amistosos da seleção brasileira adulta e três campeonatos brasileiros de base.

Rogério da Motta Pimentel

Sua vida no basquete teve início quando ele ainda era acadêmico de Educação Física. Ao dar início à formação de equipes para a disputa dos Jogos Abertos Jerônimo Monteiro, ele também aprendeu a gostar da modalidade. Atuou como técnico das categorias mirim e infantil do Saldanha. Depois assumiu por quatro anos a equipe do Clube Libanês. De lá, ele foi para o Praia Tênis Clube. Foi técnico das seleções capixabas mini, infantil e infanto em diversas ocasiões. Também foi técnico de seleção capixaba estudantil.

Sandro França Varejão

Campeão pan-americano em Winnipeg (Canadá), em 1999, Sandro Varejão iniciou sua carreira no Clube de Regatas Saldanha da Gama. Sua paixão pelo basquete teve início aos sete anos de idade, quando seu pai, Sebastião, o ensinou os primeiros arremessos no distrito de São João de Petrópolis. Cidadão do mundo, Sandro atuou nos Estados Unidos, em Idaho e em West Virginia. Após sua passagem na terra do tio Sam, o pivô jogou em Franca e no Vasco da Gama. Nos dois clubes Sandro conquistou o título de campeão brasileiro e também obteve o título nacional pelo Telemar. Retornou ao Saldanha e obteve o oitavo lugar da classificação geral do Campeonato Nacional de Basquete 2006/2007.

Sérgio Faria de Azevedo

A vida esportiva de Sérgio se confunde com sua própria história de vida, já que nasceu na família do basquete, paixão iniciada com seu pai, Fernando Grijó. Ele começou a jogar no Colégio Marista e depois atuou no Saldanha. Participou de competição internacional, já no minibasquete. Foi vice-campeão brasileiro infantil. Ao lado de seus irmãos, levou o basquete para Vila Velha, nascendo uma rivalidade que dura até hoje. Recebeu convites para atuar no Flamengo, Botafogo, Corinthians, Ginástico e Palmeiras, mas não aceitou. Ex-presidente da Federação de Basquete, entre 2000 e 2003.

Tatiana Moscon Hauer

Um dos destaques do basquete feminino do Espírito Santo, Tatiana foi campeã brasileira infanto-juvenil, em 1997. No mesmo ano sagrou-se campeã brasileira pela categoria juvenil. Nesta competição foi eleita a cestinha e a melhor jogadora da competição. Entre 98 e 2000 teve uma passagem pelo BCN/Osasco. Em 1998 foi vice-campeã paulista e em 99 chegou ao tão sonhado título paulista. É considerada um dos ícones da modalidade na categoria feminina, pois foi uma das primeiras a sair e brilhar fora do Estado. Convocada para a seleção brasileira infanto (97).  

COMPÕE AINDA O QUADRO DE HONRA DA FECABA 

Paulo Sérgio Rocha Fraga
(in memorian)

 Vitor Roberto Rogobello
(In memorian) 

Ismael Ribeiro Pereira;
(In memorian)

Emília Franklin Mululo
(In memorian)

 Sebastião Zumach do Espírito Santo

Newton Pandolplho

Efigênio Dias Filho
 

João Manoel de Carvalho Filho 

Guilherme Rodi Soares 

Andréia Elisa Rangel Vieira Machado 

Arlindo Corrêa 

Gilmar da Silva 

Orlando Antonio Ferrari

 
 
 
 
 
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